
Primeira pauta. E agora sobre o que fazer? Preciso fazer algo que não roube muito do meu escasso tempo. A decisão? Falar sobre workaholismo. Ok, pauta escolhida, hora de ir à campo colher depoimentos e entrevistar um profissional da área da psicologia para tentar explicar um pouquinho sobre o caso.
Mas por que este tema? Primeiro porque é algo que está na moda ultimamente, devido a grande concorrência no mercado, depois porque eu sou uma workaholic assumida. Acessar os e-mails do trabalho de madrugada e até durante o final de semana é algo normal para mim. Ir para a empresa onde trabalho durante os feriados também. Sem contar o pensar no cliente 24h por dia. A principal pergunta para a pauta então seria: até que ponto isso é bom?! A ideia para a matéria foi pegar pessoas com o mesmo perfil que o meu: jovens, estudantes e com muitas tarefas diárias. Não foi difícil escolher as fontes, todo mundo conhece alguém e além disso, nossa vida é feita de contatos, não é mesmo?
Levantados os dados, feitas as entrevistas, chegou a hora de parar para redigir. Mas e não é que resolvi ter um ataque de workaholismo e acabei trabalhando no lugar de fazê-la?! Que coisa! Acabei terminando a matéria correndo, no laboratório de informática mesmo. Sorte que também tenho a super Amanda Porterolla que me ajudou com a ilustração que eu acabei pintando no paint mesmo.
Confere lá no Planeta IPA: Você é um Workaholic?

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